sexta-feira, 28 de abril de 2017

MANTEIGA DE GARRAFA, MANTEIGA DE REQUEIJÃO, MANTEIGA DE GADO.....



Manteiga de garrafa, manteiga de requeijão, manteiga de gado, manteiga da terra e tantas outras denominações.

É uma iguaria...Manteiga líquida com gosto peculiar sertanejo, de queijo, de requeijão, de manteiga frita. Usada nas nossas carnes de sol ou na mandioca, fritando e saborizando. 
Totalmente artesanal a manteiga de garrafa é um tipo de manteiga regional produzida no Nordeste brasileiro e no Norte de Minas Gerais.
A manteiga de garrafa, muito usada na região nordeste, é obtida através do cozimento da nata do leite de vaca até que se evapore toda a água e restem apenas a gordura e as partículas sólidas da nata do leite, conferindo à manteiga um sabor particular, levemente rançoso.
O batimento e fusão do creme derivado exclusivamente do leite de vaca é  um produto bastante apreciado por boa parte da população, cuja comercialização é feita através de feiras livres, mercados populares, supermercados, restaurantes típicos e pequenos pontos comerciais de comidas regionais. 
São necessários 50 litros de leite para cada litro de manteiga de garrafa. 
O seu processo de fabricação é artesanal, sem controle das etapas do processamento, inclusive do tempo e da temperatura utilizada para adequada fusão do produto, o que explica a falta de uniformidade do mesmo.
A manteiga de garrafa  se mantém fluida em temperatura ambiente, mas que endurece na geladeira. 
É mais durável do que a manteiga comum.
Manteiga de garrafa derretendo ao sol!

quinta-feira, 27 de abril de 2017

BOLO DE FUBÁ COZIDO


Bolo simples, caseiro, receita da roça, dos livros e da infância guardada com sabores e cheiros de felicidade. É isso que o bolo de fubá traz todas as vezes que é citado, que é preparado, que é degustado. 

Bolo de fubá, Bolo de fubá com coco, Bolo de fubá cremoso (com queijo), Bolo de fubá cozido com goiabada, Bolo de fubá com erva doce...
São tantas as variações por este Brasil afora...

O fubá muito comum no Brasil Colônia, onde o milho era pilado, peneirado, passado nos moinhos d'àgua para se transformar em uma farinha amarela, cheirosa e fina, o fubá!!
Foram os portugueses que, a partir do século XVIII, com o chamado Ciclo do Ouro nas Minas Gerais, passaram a incluir o milho na alimentação diária da colônia. “Sob a forma de fubá, palavra que herdamos dos africanos para designar farinha, passa a alimentar viajantes e tropeiros substituindo muitas vezes a farinha de mandioca nos farnéis”, conta Caloca Fernandes em Viagens Gastronômicas pelo Brasil (ed. Senac).
Como a receita era muito comum entre os tropeiros e os mascates da época, ela acabou se popularizando por todo o país, sendo bem comum em áreas interioranas e por isso muito associada às quermesses e festas de São João.

BOLO DE FUBÁ COZIDO

2 xícaras (chá) de fubá
1 1/2 xícaras (chá) de açucar
1/2 xícara (chá) de óleo
xícaras (chá) de leite
Misture em uma panela: o fubá, o açucar, o óleo e o leite. Leve ao fogo mexendo sem parar até formar um angu grosso. Cozinhe por uns 8 a 10 minutos. Quando soltar da panela, desligue o fogo. 
Misture:
2 colheres (sopa) de manteiga de garrafa ou manteiga. Coloque 1 pitada de sal. Deixe esfriar até amornar por uns 15 minutos. Pré aqueça o forno em 180º.
 
Depois junte 04 gemas misturando muito bem até ficar uma massa homogênea.
Misture 04 claras em neve e 1 colher (sopa) de fermento em pó químico.
Unte uma forma redonda de furo central média ou uma assadeira retangular média com manteiga e polvilhe com fubá. Despeje a massa e leve ao forno para assar 180º por uns 20 minutos ou até crescer e começar a dourar. Abaixe a temperatura para 150º e deixe terminar de assar e dourar. Enfie um garfo ou palito e se este sair seco, está pronto. Deixe amornar e desenforme. 
Sirva com café ou chá e corra para o abraço!!!

sábado, 22 de abril de 2017

PUDIM DE MILHO VERDE



400g de milho fresco retirado da espiga ou 2 latas de milho verde escorridas
1 lata de leite condensado
1 1/2 lata de leite
4 ovos
50 g de margarina
1 colher (sopa) cheia de amido de milho

CALDA
1 xícara (chá) de açucar
1/2 xícara (chá) de água

PREPARO DA CALDA

Leve ao fogo uma panela com o açucar e deixe caramelizar um pouco. Despeje a água e deixe ferver até formar uma calda não muito grossa, pois quando esfriar vai engrossar mais ainda. Coloque na forma redonda de furo central própria para pudim, de forma que a calda unte toda a forma, fundo e laterais. Reserve.

PREPARO DO PUDIM
No liquidificador bata o milho, o leite condensado e o leite por 1 minuto. Coar. Volte a mistura ao liquidificador com os ovos, a margarina e o amido de milho, bata por 1 minuto.
Despeje na forma caramelizada, cubra com papel alumínio e leve ao forno em banho-maria preaquecido, a 180 ºC de 40 minutos a 1 hora, ou até que enfiando um garfo este esteja seco.
Deixe esfriar, leve a geladeira e desenforme depois de gelado.
Dica: para melhor desenformar o pudim, mergulhe-o em água quente por alguns segundos.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

PUDIM DE PÃO COM CALDA DE CANELA

3 ovos
1 xícara (chá) de açúcar
xícara (chá) de leite
2 pães francês amanhecido (de 50g)
1 colher (chá) de essência de baunilha
PARA A CALDA
1 1/2 xícara (chá) de açucar
2 pedaços da casca de canela
xícara (chá) de de água
PREPARO DA CALDA DE CANELA
Leve ao fogo uma panela com o açucar e deixe até começar a caramelizar o açucar, mexa a panela de um lado para o outro. Coloque a casca da canela e a água aos poucos. Ferver até formar uma calda meio grossa. Pois quando esfria ela engrossa mais.
PREPARO DO PUDIM
Bata no liquidificador todos os ingredientes por 1 minuto. Despeje na forma caramelizada. Cubra com papel alumínio ou filme plástico. Leve ao fogo em banho-maria por 30 a 40 minutos ou até que enfiando um palito ou garfo este saia seco.
Deixe amornar, leve à geladeira. Quando estiver gelado desenforme e cubra com a calda.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

CANJIQUINHA COM COGUMELOS


canjiquinha, quirera de milho ou péla égua, típica do estado de Minas Gerais, é o milho triturado grosseiramente até se esfarelar (a ponto de não passar por uma peneira). 
Deixado de molho ou escaldadado em água fervente, depois cozido com carne de porco (costelinha) e outros temperos caseiros é receita apreciada. Há ainda variações feitas com carne bovina, frango ou linguiça. 
E já que podemos variar porque não uma Canjiquinha com sabores silvestres de cogumelos? E não é que ficou uma delícia!!!
O preparo da canjiquinha exige que ela fique de molho de véspera ou por algumas horas. Mas tem um jeito rápido para que sua hidratação seja completa e eficiente:
_Coloque 1 litro de água fervendo (pode ser com um pouco de sal, para já ir temperando) em 500g de canjiquinha, misture, tampe e deixe por uns 10 a 15 minutos mexendo de vez em quando.
Enquanto isso faça o sabor desejado, costelinha, frango ou outro. O nosso hoje será de cogumelos. Use os de sua preferência.
200g de cogumelos desidratados: funghi, shitake, shimeji
500g de canjiquinha
1 litro de água fervente
2 tabletes de caldo de cogumelos porcini (este eu trouxe da Itália) se não encontrar utilize caldo de legumes ou pode ser o seu tempero caseiro.
2 colheres (sopa) de manteiga, azeite ou óleo
1 cebola grande cortada em pétalas finas
4 dentes de alho ralado ou socado
1 tomate grande maduro sem sementes picadinho
1 pimentão verde sem sementes picadinho
2 cenouras médias descascadas e picada em cubinhos
Cheiro verde picado a gosto
1 pimenta de cheiro sem sementes picadinha
Ervas para saborizar, use 1 pitada: curry, pimenta calabresa, páprica doce, 1 folha de louro
Sal o necessário 
PREPARO
Ferva a água com o caldo de cogumelo porcini ou de legumes ou seu tempero. Coloque os cogumelos e a canjiquinha para hidratar. Desligue o fogo, misture e tampe. Abra e mexa de vez em quando por uns 15 a 20 minutos ou até hidratar completamente.
Enquanto isso faça um refogado com a manteiga, a cebola e o alho. Deixe perfumar o ambiente com seus cheiros. Acrescente o tomate, pimentão e a cenoura. Tampe a panela e abafe por 5 minutos em fogo baixo. 
Despeje a canjiquinha e os cogumelos hidratados, misture e vá colocando água o necessário e aos poucos para cozinhar e tomar forma de caldo. Junte a pimenta e o cheiro verde, misture e prove temperando a seu gosto com sal se for necessário e as ervas e especiarias para saborizar.
Nota: aromatizei também com um galhinho de alecrim.
Sirva quente polvilhando mais cheiro verde.

quinta-feira, 30 de março de 2017

ALFACE...ALFACE....SABE IDENTIFICAR?

Para não ficar perdido na hora de escolher, como selecionar a variedade certa para cada receita ou salada.
ALFACE LISA
Possui sabor suave, folhas soltas e, como o próprio nome diz, lisas. É um dos tipos mais apreciados no Brasil. 
ALFACE FRISADA
É conhecida também como alface frisée. Contém quantidades razoáveis de vitamina A, niacina, vitamina C, cálcio, fósforo e ferro. Não é um tipo de alface muito fácil de encontrar à venda, mas é perfeita para saladas que levam acompanhamentos de sabores fortes. 
ALFACE AMERICANA
Tem o formato arredondado que lembra um repolho. Sua folhas são mais crocantes e se apresentam em camadas. Se adapta melhor ao calor de outros alimentos sem danificar crocância e sabor. Muito utilizada em sanduíches e saladas que contêm ingredientes quentes, este alface possui um valor nutritivo bem inferior comparada aos outros tipos. 
ALFACE ROXA
Contém uma quantidade maior de antioxidantes comparada às outras alfaces. 
ALFACE ROMANA
Com folhas verde-escuras, longas e crespas, este alface também contém folhas soltas. 
ALFACE MIMOSA
Pode ser encontrada nas versões verde e roxa. Tem as folhas bastante entrecortadas que lembram os formatos de galhos de arvores. Esta alface é superdelicada e muito saborosa. 
ALFACE CRESPA
É a mais comum entre todos os tipos de alface. Rica em fibras, auxilia na digestão e no bom funcionamento do intestino, além de apresentar pequenos teores de minerais como cálcio e fósforo. Tem o formato semelhante a alface lisa com folhas soltas, porém forma pequena ondinhas no topo das folhas. 




Como escolher 
Basicamente escolha o mais bonito e viçoso. Alfaces são vendidos por unidade, então se você não tem um grande consumo não compre o maior, pois esse vegetal é bem delicado e estraga rápido. Se notar as folhas quebradas, amareladas ou com uma 'gosminha' verde escura não compre, pois ela já está bem estragada. 

Dicas 
A alface deve ser servida separada do molho da salada, porque assim não murcham quando servidas e ainda poderão ser guardadas separadamente, servindo para outros pratos. 

As folhas externas da alface, (aquelas de cor verde mais escura) são mais ricas em vitamina A . 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

BOLO DE MAÇÃS COM NOZES


Primavera com ares de outono!! 
Hora de perfumar a casa com cheiro de maçãs e nozes assando!

MAÇÃS EM CALDA
4 maçãs cortadas ao meio, retirar semente e fatiar em meia lua.
xícara (chá) de açucar
1 pedaço de canela em pau
xícara (chá) de água
Leve ao fogo para cozinhar até que as maçãs fiquem macias.
Maçãs cozidas em calda

PREPARO DO BOLO
Bater no liquidificador  por 2 minutos:
3 ovos inteiros
2 colheres (sopa) de margarina ou manteiga (100g)
1 colher (sopa) de óleo
2 1/2 xícara (chá) de açucar
Acrescente:
1 maçã pequena sem sementes e com casca cortada em pedaços. Bater um pouco até dissolver a maçã. Junte alternando:
xícaras (chá) de farinha de trigo com fermento
1 1/2 xícara (chá) de leite
1 colher (café) de canela em pó
1 pitada de sal
40g de nozes
Bater por mais 1 minuto. 
Unte com margarina uma forma e enfarinhe com farinha de trigo. Arrume fatias de maçã no fundo.
Despeje com cuidado a massa do bolo para que as fatias não saiam do lugar.
Coloque mais fatias de maçã e leve ao forno pré aquecido 200º por 25 minutos ou até ele crescer e começar a dourar. Abaixe para 160º para terminar de assar, enfiar um palito ou garfo e veja se está assado.
DICAS:
_Se você gosta coloque uva passa branca na massa depois de batida e antes de colocar na forma para assar, misture delicadamente e despeje na forma.
_Você pode trocar o açucar branco pelo açucar mascavo, fica delicioso!
É um bolo leve e úmido. 

*Receita Bernadete Guimarães

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

APERITIVOS DE ABOBRINHA ITALIANA

abobrinha é um legume rico em fósforocálcioferrovitamina Avitaminas do complexo B e fibras, sendo esse último importante para as funções intestinais

Já as vitaminas e os minerais citados são essenciais para todas as reações do nosso organismo ocorrerem corretamente, daí a importância de seu consumo.
Pode ser utilizada em diversas preparações e está presente desde a culinária tradicional até a alta gastronomia. sempre que possível, mantenha a casca do legume, por conter bastantes nutrientes, em especial, as fibras.
TORTA DE ABOBRINHA

 ABOBRINHA AO FORNO
E tantas outras opções: grelhada, salada, refogada, a milanesa....
APERITIVOS DE ABOBRINHA ITALIANA
1 abobrinha italiana cortada em rodelas médias (em torno de 2 cm). Quando a abobrinha é mais fina o resultado do visual é melhor, veja as da foto.
Sal e orégano a gosto
Fubá fino o necessário
Óleo para fritar
PREPARO
Lavar e secar a abobrinha. Cortar em rodelas em uma travessa, polvilhar o sal e o orégano. Misturar. Deixe por 10 minutos, escorra a água que se  forma.
Coloque o fubá em um saco plástico. Dentro as abobrinhas, esfregue com as mãos para o fubá cobrir bem as abobrinhas.
Leve ao fogo uma panela com o óleo e frite aos poucos as abobrinhas empanadas.
Retire e escorra em uma peneira para ficarem sequinhas.
Sirva com limão, pimenta ou algum molho de sua preferência.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

FAMTOUR - CIRCUITO TURÍSTICO VELHO CHICO - CAVERNAS DO PERUAÇU


Definição MTur: "O Famtour é uma forma de promoção que tem como objetivo familiarizar e encantar o distribuidor turístico. 
Consiste em convidar agentes de viagens e outros do círculo turístico para visitar o destino para que conheçam o local e saibam o que estão oferecendo ao cliente."






Peixe do rio, suco de coquinho azedo, na beira do Rio São Francisco!
Conhecer o artesanato, as manifestações culturais, a culinária, os costumes e o povo de uma região, traz visibilidade ao que será apresentado aos visitantes e valor agregado a um bem comum!



Frango Caipira, angu de milho verde....
fogão à lenha....

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